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19 Agosto, 2021

A CHETO VISTA POR… João Pedro Ricca

“Há sinais para algum otimismo, havendo previsões de crescimento do negócio a nível global de forma a permitir que a CHETO continue a alargar a sua presença nos 4 cantos do Mundo.”

Conheça a CHETO através do olhar do seu COO, que nos explica o sucesso desta empresa, dá a conhecer os maiores desafios enfrentados e nos dá uma perspetiva daquele que será o futuro desta organização.  Pai de uma família numerosa, o engenheiro responsável pelas operações, conta com muitos anos de experiência em diferentes áreas.

1.Quem é o Eng. João Pedro Ricca e quando é que o seu percurso profissional se cruza com a CHETO?

Em primeiro lugar, sou casado e pai de 4 filhos. O equilíbrio entre as responsabilidades profissionais e a vida pessoal sempre foi uma preocupação minha, muito antes de se falar do work-life balance. Sempre acreditei que não é possível ser, no longo prazo, um profissional de excelência sem ser uma pessoa completa e realizada.

Quase todo o meu percurso profissional esteve centrado nas Operações, com experiências em diversas áreas e indústrias. Tive também alguma experiência e formação na área Comercial, porque entendi que necessitava desse passo para ter uma visão mais alargada do negócio. A minha chegada à CHETO acontece há 2 anos, durante uma dessas experiências na área Comercial, quando quis voltar a assumir outro tipo de responsabilidade. Encontrei na CHETO, na sua Administração e na sua equipa a combinação ideal para isso.

2.Quais as suas principais funções?

Como COO da CHETO, as Operações de uma forma geral. Desde a unidade industrial ao serviço de assistência que prestamos aos nossos equipamentos nos 16 países onde operamos atualmente. Mas como sempre gostei de ver os problemas de uma forma global, colaboro ainda com as outras áreas da CHETO, colocando a minha experiência noutros campos ao serviço da organização.

Tenho tido também uma preocupação constante com a gestão das pessoas e com o seu desenvolvimento contínuo, tanto nos aspetos técnicos como comportamentais.

3.Quais os desafios que encontra diariamente?

Os desafios estão muito ligados ao tipo de organização que pretendemos para a CHETO. Fruto do seu rápido desenvolvimento e crescimento nos primeiros 10 anos de existência, o negócio foi obrigado a desenvolver-se mais depressa do que aquilo que a sua organização estava preparada para assimilar. O maior desafio que estamos a ultrapassar diariamente é precisamente a criação de uma organização que seja capaz de suplantar todas as necessidades que o mercado nos vai trazendo, acrescidas de todas aquelas que a própria CHETO vai também fazendo chegar ao mercado, minimizando as habituais dores de crescimento. Um outro desafio muito diferente (e mais recente) prende-se com a falta de mão de obra qualificada para fazer face à estratégia de crescimento.

4.Que estratégias utiliza para ultrapassar esses desafios?

A Formação tem desempenhado um papel fundamental. Mesmo sendo uma empresa jovem, há pessoas em lugares chave com uma vertente técnica muito desenvolvida, trazida das suas experiências anteriores à CHETO. Fruto do rápido crescimento e não tendo empresas de referência nesta área onde recrutar, a CHETO tem apostado em jovens em início de carreira, muitas vezes através de acordos com entidades formadoras. Há vários exemplos de jovens que tiveram a sua primeira experiência profissional na CHETO e que têm hoje competências de grande nível. A Comunicação interna, a forma como nos relacionamos (formal e informalmente) e a existência de um ambiente em que todos são convidados a contribuir diariamente para a melhoria, seja de processos ou técnica são também essenciais.

5.A que se deve o sucesso da CHETO?

Às suas Pessoas. Acionistas, Comissão Executiva e todo o restante grupo de trabalho. À permanente vontade de ir mais longe, de querer dar passos largos em direção ao que ainda não foi feito. Naturalmente nem sempre corre bem. Há riscos que trazem o resultado pretendido. Outros não. Mas temos de olhar sempre para além do que esperam de nós.

6.Quais são as características diferenciadores das máquinas CHETO?

A capacidade de combinar 5 funções numa só máquina: fresagem, furação, roscagem, mandrilagem e furação profunda, talvez a que mais relevância assume. Em paralelo, a capacidade de customização, que nos tem permitido entrar em mercados novos e diferentes do primeiro grande mercado que foi a indústria de moldes. Mas há outros mercados que nos começam a descobrir e para os quais temos desenvolvido soluções específicas, soluções que mais tarde podem passar a pertencer ao catálogo CHETO e até (com casos já concretizados) com o registo de patentes.

7.Que perspetivas prevê para o futuro da CHETO?

As perspetivas só podem ser positivas. É evidente que os últimos dois anos nos trouxeram desafios enormes, desde as indefinições da indústria automóvel (que condicionou fortemente a indústria de moldes) à pandemia da Covid-19. Mas a solidez que trazíamos permitiu-nos encarar esta fase com confiança no futuro, apesar da prudência necessária. Há sinais para algum otimismo, havendo previsões de crescimento do negócio a nível global de forma a permitir que a CHETO continue a alargar a sua presença nos 4 cantos do Mundo.


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